Olavo Bilac

Olavo Bilac

Brasil — Poeta/Jornalista

16 Dez 1865 // 28 Dez 1918

102 Poemas

  • Previous
  • Page 4 of 11
  • Next

  • Poemas

    Olavo Bilac Sacrilégio

    Olavo Bilac
    Como a alma pura, que teu corpo encerra, Podes, tão bela e sensual, conter? Pura demais para viver na terra, Bela demais para no céu viver. Amo-te assim! - exulta,…

    Leia mais


    Olavo Bilac A um Poeta Morto

    Olavo Bilac
    Quando a primeira vez a harmonia secreta De uma lira acordou, gemendo, a terra inteira, - Dentro do coração do primeiro poeta Desabrochou a flor da lágrima primeira. E o…

    Leia mais


    Olavo Bilac Última Página

    Olavo Bilac
    Primavera. Um sorriso aberto em tudo. Os ramos Numa palpitação de flores e de ninhos. Doirava o sol de outubro a areia dos caminhos (Lembras-te, Rosa?) e ao sol de…

    Leia mais


    Olavo Bilac Baladas Românticas - Azul...

    Olavo Bilac
    Lembra-te bem! Azul-celeste Era essa alcova em que te amei. O último beijo que me deste Foi nessa alcova que o tomei! É o firmamento que a reveste Toda de…

    Leia mais


    Olavo Bilac Um beijo

    Olavo Bilac
    Foste o beijo melhor da minha vida, ou talvez o pior...Glória e tormento, contigo à luz subi do firmamento, contigo fui pela infernal descida! Morreste, e o meu desejo não…

    Leia mais


    Olavo Bilac Vila Rica

    Olavo Bilac
    O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre; Sangram, em laivos de ouro, as minas, que ambição Na torturada entranha abriu da terra nobre: E cada cicatriz brilha como…

    Leia mais


    Olavo Bilac XIII [Ora (direis) ouvir estrelas

    Olavo Bilac
    "Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto... E conversamos toda…

    Leia mais


    Olavo Bilac XVII [Por estas noites frias e brumosas

    Olavo Bilac
    Por estas noites frias e brumosas É que melhor se pode amar, querida! Nem uma estrela pálida, perdida Entre a névoa, abre as pálpebras medrosas... Mas um perfume cálido de…

    Leia mais


    Olavo Bilac A Avó

    Olavo Bilac
    A avó, que tem oitenta anos, Está tão fraca e velhinha! . . . Teve tantos desenganos! Ficou branquinha, branquinha, Com os desgostos humanos. Hoje, na sua cadeira, Repousa, pálida…

    Leia mais


    Olavo Bilac A Boneca

    Olavo Bilac
    Deixando a bola e a peteca Com que inda há pouco brincavam, Por causa de uma boneca, Duas meninas brigavam. Dizia a primeira: "É minha!" — "É minha!" a outra…

    Leia mais


  • Previous
  • Page 4 of 11
  • Next