Pára, Funesto Destino
Marquesa Alorna

Pára, funesto destino,

Respeita a minha constância;

Pouco vences, se não vences

De minha alma a tolerância.


Se eu sobrevivo aos estragos

Dos males que me fizeste,

Inutil é combater-me,

Nem me vences, nem venceste.


Com secos olhos diviso

Esse horror que se apresenta:

Os meus existem de glória;

Morrendo a glória os alenta.