Nuno Júdice

Nuno Júdice

Portugal — Poeta/Ensaísta

n. 29 Abr 1949

23 Poemas

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    Nuno Júdice O Amor, um Dever de Passagem

    Nuno Júdice
    Fui envenenado pela dor obscura do Futuro. Eu sabia já que algo se preparava contra o meu corpo. Agora torço-me de agonia nos versos deste poema. Esta é a terra…

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    Nuno Júdice Confissão

    Nuno Júdice
    De um e outro lado do que sou, da luz e da obscuridade, do ouro e do pó, ouço pedirem-me que escolha; e deixe para trás a inquietação, a dor,…

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    Nuno Júdice Quotidiano (Reflexão)

    Nuno Júdice
    Por exemplo, as coisas que faltam neste lugar: uma enxada para que as mãos não toquem na terra, um ninho de pardais no canto da relha, para que um ruído…

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    Nuno Júdice O Amor Eterno

    Nuno Júdice
    E agora que as mãos da incrédula rapariga te empurram para a saída, onde irá chover, de acordo com a cor do céu, não resistas. Na rua, onde os ventos…

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    Nuno Júdice Um Poema de Amor

    Nuno Júdice
    Não sei onde estás, se falas ou se apenas olhas o horizonte, que pode ser apenas o de uma parede de quarto. Mas sei que uma sombra se demora contigo,…

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    Nuno Júdice Requiem por Muitos Maios

    Nuno Júdice
    Conheci tipos que viveram muito. Estão mortos, quase todos: de suicídio, de cansaço. de álcool, da obrigação de viver que os consumia. Que ficou das suas vidas? Que mulheres os…

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    Nuno Júdice Jogo

    Nuno Júdice
    Eu, sabendo que te amo, e como as coisas do amor são difíceis, preparo em silêncio a mesa do jogo, estendo as peças sobre o tabuleiro, disponho os lugares necessários…

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    Nuno Júdice Deus

    Nuno Júdice
    À noite, há um ponto do corredor em que um brilho ocasional faz lembrar um pirilampo. Inclino-me para o apanhar - e a sombra apaga-o. Então, levanto-me: já sem a…

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    Nuno Júdice Metafísica

    Nuno Júdice
    1 Não tenta nada de que se tivesse já esquecido; o seu objectivo, agora, é organizar o presente. 2 Com as mãos, procura avaliar a qualidade da terra: se as…

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    Nuno Júdice A Origem do Mundo

    Nuno Júdice
    De manhã, apanho as ervas do quintal. A terra, ainda fresca, sai com as raízes; e mistura-se com a névoa da madrugada. O mundo, então, fica ao contrário: o céu,…

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