Gonçalves De Magalhães

Brasil — Médico, professor, diplomata, político, poeta e ensaísta

13 Ago 1811 // 10 Jul 1882

12 Poemas

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  • Poemas

    A Beleza

    Gonçalves De Magalhães
    Oh Beleza! Oh potência invencível,
    Que na terra despótica imperas;
    Se vibras teus olhos
    Quais duas esferas,
    Quem resiste a teu fogo terrível?

    Oh Beleza! Oh celeste harmonia,
    Doce aroma, ...

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    A Confederação dos Tamoios

    Gonçalves De Magalhães
    Como da pira extinta a labareda,
    Ainda o rescaldo crepitante fica,
    Assim do ardente moço a mente acesa
    Na desusada luta que a excitara,
    Ainda, alerta e escaldada se revolve! ...

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    Apólogo: O Carro e o Burro

    Gonçalves De Magalhães
    Um touro, não amestrado
    No exercício de carreiro,
    Num falso passo que deu
    Pôs o carro no lameiro.

    Conhecendo esse embaraço,
    Procurou sair de modo,
    Que ao menos salvasse a ...

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    Canto Primeiro

    Gonçalves De Magalhães
    "(...) quero primeiro
    Que em torno destas pedras assentados
    Me contes se em combate, ou de que modo
    O bravo Comorim perdeu a vida."

    "Ai! exclama o Cacique, nenhum homem ...

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    Canto Quarto

    Gonçalves De Magalhães
    (...)

    Um ai do peito a mísera soltando,
    A maviosa voz destarte exala:

    "Só, eis-me aqui no cimo da montanha,
    Dos meus abandonada; como um tronco
    Despido, inútil no alto ...

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    Entr'ato

    Gonçalves De Magalhães
    (...)

    "No Brasil, como sabes, qualquer zote
    Um formado doutor se conceitua;
    Quem pra trolha nasceu, ou pro rabote
    Não creias que consulte a sorte sua;
    Toda a baixa gentalha ...

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    Napoleão em Waterloo

    Gonçalves De Magalhães
    Tout na manqué que quand tout avait
    réussi.
    Napoleão em S. Helena (memorial).

    Eis aqui o lugar onde eclipsou-se
    O Meteoro fatal às régias frontes!
    E nessa hora em que ...

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    O Anagrama

    Gonçalves De Magalhães
    Dos vates a antiga usança
    Quis respeitoso seguir,
    Ensaiando em anagrama
    Teu doce nome exprimir;
    Mas a mente em vão se cansa,
    No desejo que me inflama
    Nada me vem ...

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    O Dia 7 de Setembro, em Paris

    Gonçalves De Magalhães
    Longe do belo céu da Pátria minha,
    Que a mente me acendia,
    Em tempo mais feliz, em qu'eu cantava
    Das palmeiras à sombra os pátrios feitos;
    Sem mais ouvir o ...

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    O Louco do Cemitério: Poema Romântico em Seis Cantos - Canto I: O Coveiro

    Gonçalves De Magalhães
    (...)

    "Vivo co'os mortos,
    Na cova os ponho,
    Entre eles durmo,
    Com eles sonho.
    Quantos defuntos
    Já enterrei!
    Defunto eu mesmo
    Também serei.

    No pão que como,
    No ar que ...

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