Castro Alves

Castro Alves

Brasil — Poeta

14 Mar 1847 // 6 Jul 1871

198 Poemas

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    Castro Alves A D Joana

    Castro Alves
    (No dia do seu aniversário) SENHORA, eu vos dou versos, porque apanho Das flores dahna um ramalhete agreste E são versos a flora perfumada, Que de meu seio a solidão…

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    Castro Alves A DUAS FLORES

    Castro Alves
    São duas flores unidas, São duas rosas nascidas Talvez no mesmo arrebol, Vivendo no mesmo galho, Da mesma gota de orvalho, Do mesmo raio de sol. Unidas, bem como as…

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    Castro Alves A Eugênia Câmara

    Castro Alves
    AINDA UMA VEZ tu brilhas sobre o palco, Ainda uma vez eu venho te saudar... Também o povo vem rolando aplausos Às tuas plantas mil troféus lançar... Após a noite,…

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    Castro Alves A Ex ma Iaiá Brasília

    Castro Alves
    ESTRELA DE TRÊS RAIOS FOI BEM LONGE teu livro... Assim nas vagas O brônzeo filho das indianas plagas Desce ao profundo mar... Abre os tesouros do oceano verde... Entre os…

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    Castro Alves A LUÍS

    Castro Alves

    (no dia de seu natalício) A imaginação, com o vôo ousado, aspira a principio à eternidade... Depois um pequeno espaço basta em breve para os destroços de nossas esperanças iludidas!…

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    Castro Alves A Mãe do Cativo

    Castro Alves
    Le Christ à Nazareth, atix jours de son enfance Jouait avec Ia croix, symbole de sa mort; Mère du Polonais! quil apprene davance A combattre et braver les outrages du…

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    Castro Alves A Maria Candinha

    Castro Alves
    QUANW EU leio o teu nome embalsamado Das magnólias do sul sinto o perfume, Ouço a harmonia do violão magoado, Vejo a luz singular do vaga-lume!

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    Castro Alves A Minha Irmã Adelaide

    Castro Alves
    Q UANDO SOZINHO e triste... em horas de amargura, Tu sentes de meu seio a tempestade escura As asas encurvar, no fúnebre oceano!... Quando a esponja de fel embebe-me a…

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    Castro Alves A Órfã na Sepultura

    Castro Alves
    Minha mãe, a noite é fria, Desce a neblina sombria, Geme o riacho no val E a bananeira farfalha, Como o som de uma mortalha Que rasga o gênio do…

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    Castro Alves A Queima

    Castro Alves
    MEU NOBRE perdigueiro! vem comigo. Vamos a sós, meu corajoso amigo, Pelos ermos vagar! Vamos Já dos gerais, que o vento açoita, Dos verdes capinais nagreste moita A perdiz levantar!...…

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