Cesário Verde

Cesário Verde

Portugal — Poeta

25 Fev 1855 // 19 Jul 1886

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    Poemas

    Cesário Verde Desastre

    Cesário Verde
    Ele ia numa maca, em ânsias, contrafeito, Soltando fundos ais e trêmulos queixumes; Caíra dum andaime e dera com o peito, Pesada e secamente, em cima duns tapumes. A brisa…

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    Cesário Verde Meridional

    Cesário Verde
    Cabelos Ó vagas de cabelo esparsas longamente, Que sois o vasto espelho onde eu me vou mirar, E tendes o cristal dum lago refulgente E a rude escuridão dum largo…

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    Cesário Verde Responso

    Cesário Verde
    I Num castelo deserto e solitário, Toda de preto, às horas silenciosas, Envolve-se nas pregas dum sudário E chora como as grandes criminosas. Pudesse eu ser o lenço de Bruxelas…

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    Cesário Verde Frígida

    Cesário Verde
    I Balzac é meu rival, minha senhora inglesa! Eu quero-a porque odeio as carnações redondas! Mas ele eternizou-lhe a singular beleza E eu turbo-me ao deter seus olhos cor das…

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    Cesário Verde Setentrional

    Cesário Verde
    Talvez já te não lembres, triste Helena, Dos passeios que dávamos sozinhos, À tardinha, naquela terra amena, No tempo da colheita dos bons vinhos. Talvez já te não lembres, pesarosa,…

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    Cesário Verde Noites Gélidas

    Cesário Verde
    Merina Rosto comprido, airosa, angelical, macia, Por vezes, a alemã que eu sigo e que me agrada, Mais alva que o luar de inverno que me esfria, Nas ruas a…

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