Cassiano Ricardo

Cassiano Ricardo

Brasil — Jornalista, poeta e ensaísta

26 Jul 1895 // 14 Jan 1974

19 Poemas

Page 1 of 2
  • Next

  • Poemas

    Cassiano Ricardo As Andorinhas de Antônio Nobre

    Cassiano Ricardo
    —Nos —fios —ten sos —da —pauta —de me- tal —as — an/ do/ ri/ nhas —gri- tam —por —fal/ ta/ —de u- ma —cl'a- ve —de —sol In: RICARDO, Cassiano.…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo Café-Expresso

    Cassiano Ricardo
    1 Café-expresso — está escrito na porta. Entro com muita pressa. Meio tonto, por haver acordado tão cedo... E pronto! parece um brinquedo... cai o café na xícara pra gente…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo Ditirambo da Paz

    Cassiano Ricardo
    quero paz não de pás de cal nem de pas- maceira quero paz de pás ao ombro paz viva paz que mantém o homem em pé na pers- pectiva do…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo João, o Telegrafista

    Cassiano Ricardo
    I João telegrafista. Nunca mais que isso, estaçãozinha pobre havia mais árvores pássaros que pessoas. Só tinha coração urgente. Embora sem nenhuma promoção. A bater a bater sua única tecla.…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo Meus Oito Anos

    Cassiano Ricardo
    No tempo de pequenino eu tinha medo da cuca velhinha de óculos pretos que morava atrás da porta... Um gato a dizer currumiau de noite na casa escura... De manhã,…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo Morte em Câmara de Gás

    Cassiano Ricardo
    1 Tão certa a morte que inútil marcar-lhe uma hora exata. Gosto da lei em ser exata não apenas certa. Nenhuma razão pra tanto amor ao relógio, ao necrológio. A…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo Os Subvivos

    Cassiano Ricardo
    III Na sobremesa os convivas alheios à fome de quem ficou sob a mesa. Não os seduzem os subvivos. Os subnutridos do subsolo. Os subjugados do subsolo. Todos os súditos…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo Retorno à Rua

    Cassiano Ricardo
    I Turba-multa multicor. Em tumulto. O ideal e a fome reunidos em algum lugar da terra na rua. Contra a exploração do osso humano pelo cachorro humano. Subvivos, no anseio…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo Sala de Espera

    Cassiano Ricardo
    (Ah, os rostos sentados numa sala de espera. Um "Diário Oficial" sobre a mesa. Uma jarra com flores. A xícara de café, que o contínuo vem, amável, servir aos que…

    Leia mais


    Cassiano Ricardo Serenata Sintética

    Cassiano Ricardo
    Rua torta. Lua morta. Tua porta. Publicado no livro Um dia depois do outro, 1944/1946 (1947). In: RICARDO, Cassiano. Poesias completas. Pref. Tristão de Athayde. Rio de Janeiro: J. Olympio,…

    Leia mais


    Page 1 of 2
  • Next