Eugénio Castro

Eugénio Castro

Portugal — Escritor

4 Mar 1869 // 17 Ago 1944

8 Poemas

Poemas

Eugénio Castro Amor Verdadeiro

Eugénio Castro
Tua frieza aumenta o meu desejo: fecho os meus olhos para te esquecer, mas quanto mais procuro não te ver, quanto mais fecho os olhos mais te vejo. Humildemente atrás…

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Eugénio Castro O Dilúvio

Eugénio Castro
Há muitos dias já, há já bem longas noites que o estalar dos vulcões e o atroar das torrentes ribombam com furor, quais rábidos açoites, ao crebro rutilar dos coriscos…

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Eugénio Castro A Laís

Eugénio Castro
À ciprina Laís, de quem sou tributário. A Laís que possui compridas tranças pretas, P'lo meu escravo mandei, no seu aniversário, Um cacho moscatel num cabaz de violetas. Os amantes,…

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Eugénio Castro Em que Emprego o Meu Tempo?

Eugénio Castro
Em que emprego o meu tempo? Vou e venho, Sem dar conta de mim nem dos pastores, Que deixam de cantar os seus amores, Quando passo e lhes mostro a…

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Eugénio Castro Engrinalda-me com os Teus Braços

Eugénio Castro
Teu corpo de âmbar, gótico, afilado, Sempre velado de cheirosos linhos, Teu corpo, aprilino prado, Por onde o meu desejo, pastor brando, Risonho há-de viver, pastoreando Meus beiços, desinquietos cordeirinhos,…

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Eugénio Castro Três Rosas

Eugénio Castro
Sempre, mas sobretudo nas brumosas Horas da tarde, quando acaba o dia, Quando se estrela o céu, tenho a mania De descobrir, de ver almas nas cousas. Pendem deste gomil…

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Eugénio Castro O Anel de Corina

Eugénio Castro
Enquanto espera a hora combinada De o remeter com flores a Corina, Ovídio oscúla o anel que lhe destina E em que uma gema fulge bem gravada. — « Como…

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Eugénio Castro Amores

Eugénio Castro
a Jean Moréas Judite, a loura e magra que ora vive Entre palmas e mirra, nas novenas; Dulce, a de peitos de hidromel e penas, Com quem libidinosas noites tive;…

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